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Ebooks do Projeto Para ler o digital (DEMID/NAMID/PPGC/PIBIC/UFPB).
Editoração eletrônica feita pelos alunos do Curso de Comunicação em Mídias Digitais (DEMID/UFPB).

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Reconfiguração das práticas midiáticas na cibercultura


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Ludosofia: a sabedoria dos jogos

Capa Ludosofia

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Desígnios de signos:

a relação entre poesia de vanguarda e publicidade impressa

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Capa para designios
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Dualidade e criação publicitária: um princípio, muitas ideias

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Capa dualidade

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DeZcaminhos para a criatividade

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Capa Dezcaminhos

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Razão & Criatividade: tópicos para uma pedagogia neurocientífica


Capa Razão e criatividade

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Criação e personalização de marcas

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Capa Marcas

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Manual de sobrevivência do professor moderno ou...

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Capa Manual

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Sinopses


Capa Falas & balões
FALAS & BALÕES: a transformação dos textos nas histórias em quadrinhos
Editora Marca de Fantasia, 2008 - 67 p.

No início, os quadrinhos de aventura traziam os textos e as falas fora dos quadros. Primeiro, o texto passou para dentro dos quadros, depois, surgiram os balões que já eram usados em tirinhas de jornais. Com o decorrer do tempo, o texto foi ganhando autonomia. Imagem e palavra geravam um interdependência que deu mais dinamicidade as estórias.
Essa é a aventura da transformação dos textos nas histórias em quadrinhos, desde a década de 20 aos dias atuais.
A obra é uma edição revista e ampliada da publicação original de 1998. Nela o autor fez algumas atualizações, renovou imagens mas, principalmente, acrescentou uma nova análise, debruçando-se sobre os Quadrinhos Sin City, de Frank Miller.


TIRINHAS: a síntese criativa de um gênero jornalístico
Editora Marca de Fantasia, 2007 - 67 p.

As tirinhas completam 100 anos de existência nas páginas dos jornais participando do cotidiano de leitores em diversos países do mundo. Mas, o que as caracteriza como gênero jornalístico? Além desta questão, a obra trata ainda de outros aspectos não menos importantes, como o conceito e o recurso do humor nas tirinhas, a configuração semiótica de sua linguagem e o processo da criatividade que as sustém.

Síntese da expressão do humor na cultura humana moderna, as tirinhas, mesmo que inseridas no universo dos quadrinhos, cumprem funções facilmente encontradas nos artigos, crônicas e editoriais. E sua representação imagética, diagramática e metafórica parece desvelar a própria dimensão do processo criativo.



Introdução à criatividade (Clique e leia)

Versão de ePub para celular
(baixe o aplicativo de leitura clicando aqui)

Idéia Editora, 1994
As pesquisas neurocientíficas comprovam cada vez mais que a criatividade não é um privilégio de poucos, mas uma potencialidade presente em todos nós. Se, por um lado, os especialistas dizem que ninguém ensina ninguém a ser criativo, por outro, eles concordam que a criatividade é uma coisa que se aprende por iniciativa e esforço de cada um no dia-a-dia.

Nesta obra, o autor identifica e analisa os processos de desenvolvimento da criatividade, tanto no aspecto da mente (o inconsciente, a intuição, o insight), quanto no aspecto do cérebro (os hemisférios esquerdo e direito, a rede de neurônios) permitindo reflexões e descobertas sobre nossa aprendizagem pessoal e profissional nas diversas áreas: educacional, empresarial etc.


Desígnios de signos
A relação entre poesia de vanguarda e publicidade impressa

Idéia Editora, 2001.
O desenvolvimento da linguagem publicitária no Brasil, durante o século XX, se deu sempre a partir das inovações lingüísticas e semióticas perpretadas por uma poética nacional de vanguarda.

A partir de um amplo estudo realizado como tese de doutorado, o professor Marcos Nicolau demonstra, não somente a importância da poesia brasileira na construção de poéticas inovadoras que cruzam linguagens verbais e não-verbais, mas também as múltiplas relações desse gênero artístico-literário com o gênero publicitário em sua função estética mercadológica.

Além de apresentar a relação de poetas com anúncios e expor os estudos de ensaístas que abordam ambas as mensagens de forma comparativa, a presente obra procura dissecar as relações estruturais no âmbito das linguagens poética e publicitária, tanto pela perspectiva da lingüística quanto da semiótica: os recursos fônicos, sintáticos, morfológicos e semânticos; os operadores logocêntricos provenientes da teoria poética; os aparatos gráficos da poesia concreta e da poesia visual.

Essa revolução de linguagens está inserida num paradigma muito maior, o paradigma quântico. Por analogia, o signo atua como partícula ora lingüística (palavra), ora semiótica (Imagem), proporcionando uma linguagem publicitária composta por diferentes processos e técnicas cuja estética persuasiva é cada dia mais eficiente.


Educação criativa - Volume I - Criatividade & Educação
Ensinando a arte de aprender e aprendendo a arte de ensinar

Idéia Editora, 1997 
Os conceitos do pensamento criativo e as origens dos estudos. O estatuto da criatividade e seus desdobramentos.

As principais teorias psicológicas que abordam a criatividade: o Associacionismo, a Psicanálise e a Neo-psicanálise, a Gestal, a Personalização, a Bissociação e a Facatorialista. A fisiologia da criatividade: hemisférios esquerdo e direito do cérebro, a rede neuronal em ação e suas implicações educacionais. Pesquisas sobre criatividade educacional no Brasil.

Criatividade na Educação: aspectos culturais e psicológicos que influenciam o processo de ensino-aprendizagem.

A prática da criatividade nas principais perspectivas educacionais do nosso século: o Método Montessoriano, o Construtivismo Piagetiano, os Postulados de Vygotsky, as Técnicas de Freinet e o Método de Paulo Freire.

Caminhos para uma Educação Criativa: educar crianças para um futuro que desconhecemos; o professor e as estratégias do ensino criativo; as condutas a estimular nos alunos.


Educação criativa - Volume II - Criatividade & Escola Pública
Ensinando a arte de aprender e aprendendo a arte de ensinar

Idéia Editora, 1997 
“Se o atual processo de ensino e aprendizagem das Escolas Públicas não tem conseguido proporcionar uma produção de conhecimento capaz de agir como transformador pessoal e social nas mãos das camadas mais pobres da população, é preciso repensá-lo, rediscuti-lo e redimensioná-lo.”

“A partir dos exemplos apresentados, cada professor poderá construir seu próprio caminho, observando a realidade da sua turma e de seus alunos e atendendo as necessidades deles. Nesta perspectiva é que vai se concretizar uma proposta de Educação Criativa.”

“A perspectiva da criatividade e o ensino das Escolas Públicas passam a ter uma vinculação bastante promissora, baseada em dois aspectos: primeiro, em função do próprio processo pedagógico permitido pela criatividade, enquanto facilitador da aprendizagem e do ensino de crianças pobres; segundo, como uma alternativa ao ensino de um conhecimento academicamente burocratizado, não para substituí-lo, mas para adequá-lo à clientela.”



Mendigos de Deus (Clique e leia)
Idéia Editora, 1991 
“Eis que você, João, fez-se padre por obediência e não poderia recusar apoio àqueles dois novos habitantes de sua existência. Padre Lourenço e padre Emanuel haviam chegado ao seu convívio quase que simultaneamente. Primeiro o padre italiano, que suplicara-lhe em carta que o aceitasse por algum tempo. Depois o padre Emanuel, amigo dos tempos de seminário, que esperava apenas ser encaminhado ao asilo dos padres.

Mas os padres desarrumavam o seu espírito sossegado, despertavam em você estranhas inquietações e transformavam a conformidade dos seus dias numa balbúrdia interior jamais experimentada. Como uma conspiração silenciosa, desfaziam a irredutibilidade do tempo, removiam, por fim, aos poucos, a terra sob seus pés”.