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FALAS & BALÕES: a transformação dos textos nas histórias em quadrinhos Editora Marca de Fantasia, 2008 - 67 p. No início, os quadrinhos de aventura traziam os textos e as falas fora dos quadros. Primeiro, o texto passou para dentro dos quadros, depois, surgiram os balões que já eram usados em tirinhas de jornais. Com o decorrer do tempo, o texto foi ganhando autonomia. Imagem e palavra geravam um interdependência que deu mais dinamicidade as estórias. Essa é a aventura da transformação dos textos nas histórias em quadrinhos, desde a década de 20 aos dias atuais. A obra é uma edição revista e ampliada da publicação original de 1998. Nela o autor fez algumas atualizações, renovou imagens mas, principalmente, acrescentou uma nova análise, debruçando-se sobre os Quadrinhos Sin City, de Frank Miller. |
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TIRINHAS: a síntese criativa de um gênero jornalístico Editora Marca de Fantasia, 2007 - 67 p. As tirinhas completam 100 anos de existência nas páginas dos jornais participando do cotidiano de leitores em diversos países do mundo. Mas, o que as caracteriza como gênero jornalístico? Além desta questão, a obra trata ainda de outros aspectos não menos importantes, como o conceito e o recurso do humor nas tirinhas, a configuração semiótica de sua linguagem e o processo da criatividade que as sustém. Síntese da expressão do humor na cultura humana moderna, as tirinhas, mesmo que inseridas no universo dos quadrinhos, cumprem funções facilmente encontradas nos artigos, crônicas e editoriais. E sua representação imagética, diagramática e metafórica parece desvelar a própria dimensão do processo criativo. |
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RAZÃO & CRIATIVIDADE: tópicos para uma pedagogia neurocientífica Editora Idéia, 2007 - 154 p. Como o cérebro aprende? Que posturas mentais facilitam a aprendizagem? Como usar a química do cérebro a favor do aprendizado contínuo? Qual a função do raciocínio lógico no desenvolvimento da criatividade? Essas e outras perguntas podem ser respondidas a partir dos avanços e descobertas neurocientíficas. A série de artigos, resultado de anos de estudos do professor Marcos Nicolau junto a especialistas das neurociências do mundo inteiro demonstra como a nossa maneira de aprender pode e deve ser revista: a versatilidade do cérebro humano depende cada vez mais da forma como este age sobre si mesmo, como lida com suas dificuldades e como descobre modos inusitados e pessoais de superar desafios. |
| Em linguagem clara e acessível, o autor traduz informações científicas em posturas e procedimentos extremamente simples para serem aplicadas no dia-a-dia de nossas práticas pessoais e profissionais: “Se, antes, a preocupação era saber como organizar os pensamentos, transformando percepções em posturas e procedimentos satisfatórios, atualmente já é possível fazer com que os pensamentos ajam sobre a química do nosso corpo e produzam as ações esperadas para o enfrentamento de situações e a realização de tarefas complexas”. | |
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DUALIDADE E CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA: um princípio, muitas idéias Editora Idéia, 2005 Anúncios criativos são movidos por boas idéias que fisgam a atenção do público-alvo e o faz se interessar pelo produto ou serviço. Muitos desses anúncios mexem com a mente das pessoas usando o princípio da dualidade em suas mensagens. Esse princípio vem representado em jogos verbais simples, com uso de ambigüidade: “Como fazer uma galinha no ponto. Revista Ponto de Cruz”; ou em mensagens poeticamente mais elaboradas com duas frases que se contrapõem: “Seja diferente. Seja você mesmo”. A dualidade, portanto, pode ser implícita ou explicita. |
| Em seu sentido mais amplo, a dualidade é eficiente tanto como recurso de criação, quanto como recurso retórico que agrada a mente do consumidor. Começa na interatividade entre raciocínio e intuição do publicitário, passa pela relação entre atributos reais e subjetivos do produto e se concretiza no caráter dual da linguagem: denotação e conotação; planos de expressão e conteúdo; metáforas, metonímias, acoplamentos, isotopias; palavras e imagens. Além de mostrar como se dá a construção da dualidade, este livro traz dezenas de exemplos de anúncios que usam esse proveitoso recurso e ainda apresenta exercícios de criação extremamente funcionais para estudantes e profissionais da área de redação publicitária. |
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| Introdução à criatividade (Clique e leia) Idéia Editora, 1994 |
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As pesquisas neurocientíficas comprovam cada vez mais que a criatividade não é um privilégio de poucos, mas uma potencialidade presente em todos nós. Se, por um lado, os especialistas dizem que ninguém ensina ninguém a ser criativo, por outro, eles concordam que a criatividade é uma coisa que se aprende por iniciativa e esforço de cada um no dia-a-dia. Nesta obra, o autor identifica e analisa os processos de desenvolvimento da criatividade, tanto no aspecto da mente (o inconsciente, a intuição, o insight), quanto no aspecto do cérebro (os hemisférios esquerdo e direito, a rede de neurônios) permitindo reflexões e descobertas sobre nossa aprendizagem pessoal e profissional nas diversas áreas: educacional, empresarial etc. |
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| DeZcaminhos para a criatividade Idéia Editora, 1998 |
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Que posturas, então, nos permitem sair do ponto de vista racional? Quais comportamentos nos revelam novas perspectivas? Como estimular, cotidianamente, a manifestação da criatividade? A resposta pode estar nos procedimentos característicos ou apropriados à personalidade humana, dos quais poucos se dão conta. Alimentar o bom-humor, usar da irreverência, explorar o insight ou desenvolver a programação neurolingüística são alguns dos dez caminhos ou descaminhos, que nos ajudam a driblar o pensamento racional para descobrir alternativas inusitadas. |
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| Desígnios de signos A relação entre poesia de vanguarda e publicidade impressa Idéia Editora, 2001. |
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A partir de um amplo estudo realizado como tese de doutorado, o professor Marcos Nicolau demonstra, não somente a importância da poesia brasileira na construção de poéticas inovadoras que cruzam linguagens verbais e não-verbais, mas também as múltiplas relações desse gênero artístico-literário com o gênero publicitário em sua função estética mercadológica. Além de apresentar a relação de poetas com anúncios e expor os estudos de ensaístas que abordam ambas as mensagens de forma comparativa, a presente obra procura dissecar as relações estruturais no âmbito das linguagens poética e publicitária, tanto pela perspectiva da lingüística quanto da semiótica: os recursos fônicos, sintáticos, morfológicos e semânticos; os operadores logocêntricos provenientes da teoria poética; os aparatos gráficos da poesia concreta e da poesia visual. Essa revolução de linguagens está inserida num paradigma muito maior, o paradigma quântico. Por analogia, o signo atua como partícula ora lingüística (palavra), ora semiótica (Imagem), proporcionando uma linguagem publicitária composta por diferentes processos e técnicas cuja estética persuasiva é cada dia mais eficiente. |
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| Educação criativa - Volume I - Criatividade & Educação Ensinando a arte de aprender e aprendendo a arte de ensinar Idéia Editora, 1997 |
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As principais teorias psicológicas que abordam a criatividade: o Associacionismo, a Psicanálise e a Neo-psicanálise, a Gestal, a Personalização, a Bissociação e a Facatorialista. A fisiologia da criatividade: hemisférios esquerdo e direito do cérebro, a rede neuronal em ação e suas implicações educacionais. Pesquisas sobre criatividade educacional no Brasil. Criatividade na Educação: aspectos culturais e psicológicos que influenciam o processo de ensino-aprendizagem. A prática da criatividade nas principais perspectivas educacionais do nosso século: o Método Montessoriano, o Construtivismo Piagetiano, os Postulados de Vygotsky, as Técnicas de Freinet e o Método de Paulo Freire. Caminhos para uma Educação Criativa: educar crianças para um futuro que desconhecemos; o professor e as estratégias do ensino criativo; as condutas a estimular nos alunos. |
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| Educação criativa - Volume II - Criatividade & Escola Pública Ensinando a arte de aprender e aprendendo a arte de ensinar Idéia Editora, 1997 |
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“A partir dos exemplos apresentados, cada professor poderá construir seu próprio caminho, observando a realidade da sua turma e de seus alunos e atendendo as necessidades deles. Nesta perspectiva é que vai se concretizar uma proposta de Educação Criativa.” “A perspectiva da criatividade e o ensino das Escolas Públicas passam a ter uma vinculação bastante promissora, baseada em dois aspectos: primeiro, em função do próprio processo pedagógico permitido pela criatividade, enquanto facilitador da aprendizagem e do ensino de crianças pobres; segundo, como uma alternativa ao ensino de um conhecimento academicamente burocratizado, não para substituí-lo, mas para adequá-lo à clientela.” |
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| Manual de sobrevivência do
PROFESSOR MODERNO ou a arte de transformar conflitos em aprendizagem Idéia Editora, 2002 |
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Enquanto os impasses não se resolvem, nós, professores, precisamos desenvolver nosso manual de sobrevivência, que inclui: aprender a lidar positivamente com os conflitos; auto-conhecimento e controle das emoções; melhor percepção da natureza das novas gerações, Educação Criativa capaz de transformar indisciplina em aprendizado e práticas pedagógicas em prazer e satisfação. E, o mais importante: reconquistar o prazer de ensinar como largada para as demais conquistas. |
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| Mendigos de Deus (Clique e leia) Idéia Editora, 1991 |
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Mas os padres desarrumavam o seu espírito sossegado, despertavam em você estranhas inquietações e transformavam a conformidade dos seus dias numa balbúrdia interior jamais experimentada. Como uma conspiração silenciosa, desfaziam a irredutibilidade do tempo, removiam, por fim, aos poucos, a terra sob seus pés”. |
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| Criação e personalização de marcas (Livro/apostila do curso) Idéia Editora, 2000. |
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As marcas têm história e características singulares de uma linguagem que não conhece fronteiras. E atendem, através do branding, um importante objetivo de marketing: instalar-se na mente das pessoas para fazer parte de suas vidas. |
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| Falas & Balões A transformação dos textos nas histórias em quadrinhos Marca de Fantasia e Editora da UFPB, 1998 |
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Primeiro, o texto passou para dentro dos quadros, depois, surgiram os balões que já eram usados em tirinhas de jornais. Com o decorrer do tempo, o texto foi ganhando autonomia. Imagem e palavra geravam um interdependência que deu mais dinamicidade as estórias. Essa é a aventura da transformação dos textos nas histórias em quadrinhos, desde a década de 20 aos dias. Esta obra ganhou edição revista e ampliada. Veja no início desta seção. |
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